pata, peta, pita, pota, politica
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publicado por Pinóquio, em 10.04.09 às 17:48link do post | favorito

 

o porque dos ovos de chocolate!


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publicado por Pinóquio, em 10.04.09 às 01:44link do post | favorito


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publicado por Pinóquio, em 22.02.09 às 00:20link do post | favorito

Eu tenho dois amores

de qual eu gosto mais

um era garanhão 

o outro gosta do magalhães

 

Eu tenho dois amores

de qual eu gosto mais

porque em tudo o resto

são mesmo tão iguais

 

 

 



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publicado por Pinóquio, em 19.02.09 às 19:15link do post | favorito

«Ao fazer o bem e mal, exercemos o nosso poder sobre aqueles a quem se é forçado a fazê-lo sentir. Porque o sofrimento, é um meio muito mais sensível, para esse fim, do que o prazer: o sofrimento procura sempre a sua causa enquanto o prazer mostra inclinação para se bastar a si próprio e a não olhar para trás. Ao fazer bem ou ao desejarmos o bem exercemos o nosso poder sobre aqueles que, de uma maneira ou de outra, estão já na nossa dependência (quer dizer que se habituaram a pensar em nós como nas suas causas).
Queremos aumentar o seu poder porque assim aumentamos o nosso, ou queremos mostrar-lhes a vantagem que há em estar em nosso poder. Ficarão mais satisfeitos com a sua situação e mais hostis aos inimigos do nosso poder, mais prontos a combatê-los. O facto de fazermos sacrifícios para fazer o bem ou o mal não altera em nada o valor definitivo dos nossos actos, mesmo se arriscarmos a nossa vida, como o mártir pela sua igreja, é um sacrifício que fazemos à nossa necessidade de poder, ou a fim de conservarmos o nosso sentimento de poder».
Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência"


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publicado por Pinóquio, em 18.02.09 às 00:14link do post | favorito

 

"Não vejas e não critiques os vícios humanos que em ti próprio se encontram". Maomé

 

 

"A embriaguez não cria vícios. Apenas põe-nos em evidência." Sêneca

 

 

 "A beneficência é sobretudo um vício do orgulho e não uma "virtude da alma." Marquês de Sade

 

 

"Alguns escritores de tal modo confundiram sociedade e governo, que entre os dois deixaram pouca ou nenhuma distinção; entretanto, não só são diferentes como possuem origens diversas. A sociedade é produzida pelas nossas necessidades, e o governo, pela nossa maldade; a primeira promove 'positivamente' a nossa felicidade, unindo as nossas afeições, enquanto o segundo o faz 'negativamente', refreando os nossos vícios. A primeira encoraja o intercâmbio, o segundo cria distinções. A primeira é uma patrocinadora, o segundo, punitivo".

 

Thomas Paine, "Senso Comum"

 

 

 



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publicado por Pinóquio, em 17.02.09 às 00:01link do post | favorito

 

meu pecado é transparente

perante teu corpo pulitikamente belo

que provo lentamente noite após noite...

que possuo todas as noites!

politica do sexo? não!

pulitika do prazer de te ter em mim sempre nua...

transparentemente boa!

 

pinóquio

 

 

 


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publicado por Pinóquio, em 16.02.09 às 22:34link do post | favorito

Mais uma golpada

Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE


Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve. 
Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregador, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios. 
Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa com 12 mil euros por mês - ou seja, 2.400 contos - durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego. Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?». 
E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade própria!». 
E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais 2.400contos por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?». 
Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de acordo com artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos». 
Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE foram mais vantajosos para os seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica. 
Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a bênção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes. 
Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma, de um desenfreado, e abusivo  desavergonhado abocanhar do erário público. 
Mas voltemos à nossa história. O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e
ajudas de custo. 18 mil euros seriam mais de 3.600 contos, ou seja, mais de 120 contos por dia,  sem incluir os subsídios de férias e
Natal e ajudas de custo. 
Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE? 
A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o sector energético. 
E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não. A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço. 
Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte estou em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a nossa total indignação.

 


 


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publicado por Pinóquio, em 15.02.09 às 19:41link do post | favorito

Abro este primeiro poste com esta imagem do wehavekaosinthegarden, pois o pinóquio é a minha leitura preferida, e à falta de um vão dois... ora bem!

 

Thanks Kaos :)))

 

 


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